Você pesquisou o nome e... apareceu uma marca parecida. O coração aperta, mas calma: marca parecida nem sempre é impedimento. O que decide é o contexto. Veja como interpretar e o que fazer.
Semelhança sozinha não diz tudo
Encontrar um nome parecido é só metade da análise. O que realmente importa é o conjunto de dois fatores:
- O grau de semelhança — escrita, som e significado;
- O ramo de atuação — se as marcas disputam o mesmo público.
Uma marca parecida que atua em um setor totalmente diferente do seu pode não gerar conflito algum. Já uma marca parecida no mesmo ramo acende o alerta.
O que é colidência
Quando duas marcas são semelhantes o bastante, no mesmo ramo, a ponto de confundir o consumidor, fala-se em colidência. É um dos principais motivos de indeferimento e de oposição. Avaliar se há colidência é justamente o trabalho de uma boa análise de viabilidade — porque "parecido" é uma palavra cheia de nuances.
Suas opções
Diante de uma marca parecida, você tem caminhos diferentes conforme o caso:
- Seguir com o registro, se a análise indicar que a semelhança e o ramo não geram conflito real;
- Ajustar o nome (uma variação distintiva) para sair da zona de risco;
- Verificar a situação do outro registro — uma marca arquivada ou extinta, por exemplo, pode abrir espaço;
- Avaliar acordo ou coexistência, em situações específicas.
A pior decisão é a tomada no escuro: nem desistir por medo de algo que não era problema, nem insistir num nome em conflito claro.
Antes de decidir, analise
Como a taxa do INPI não volta, vale gastar alguns minutos de análise antes de pagar. É o que separa uma decisão informada de um chute caro. Entenda também os 5 erros da pesquisa de anterioridade.
Encontrou uma marca parecida e ficou na dúvida? Faça a verificação gratuita: a equipe avalia a semelhança e o ramo e te diz se há caminho para o seu nome.