Exportadores
Quem vende produto para fora precisa da marca protegida no destino — senão a distribuição pode ser barrada por um registro de terceiro.
Proteção de marca é territorial: o registro no Brasil vale só aqui. Exportador, SaaS e e-commerce cross-border que crescem no exterior sem proteção correm o risco de ter a marca registrada por terceiros — e ficar reféns para vender no próprio mercado que abriram.
O registro no Brasil não atravessa a fronteira. Para ter direito à marca em outro país, é preciso registrar naquele território — antes que alguém o faça por você.
Em muitos mercados, vale quem registra primeiro. Distribuidores, parceiros ou oportunistas podem registrar sua marca lá e cobrar para você poder vender. Registrar antes fecha essa porta.
Pelo Protocolo de Madri, dá para pedir proteção em vários países a partir de um único pedido, com base no Brasil. Avaliamos se esse é o melhor caminho para o seu caso ou se convém ir país a país.
Quem mais precisa disso
Quem vende produto para fora precisa da marca protegida no destino — senão a distribuição pode ser barrada por um registro de terceiro.
Software e serviço digital não têm fronteira. Se você tem usuários ou planos de expansão lá fora, a marca precisa acompanhar.
Vender em marketplaces internacionais expõe sua marca a cópias. Registrar no território certo é a base para se defender.
Entenda o passo a passo em registro internacional de marca.
Um distribuidor registrou a marca no país de destino antes. Para continuar vendendo lá, teve de negociar a compra do próprio nome.
Cresceu globalmente com a marca só protegida no Brasil. Ao levantar investimento, a falta de proteção internacional virou risco na due diligence.
Uma cópia surgiu no marketplace internacional. Sem marca registrada naquele território, não havia base sólida para derrubar o infrator.
O valor depende dos países de interesse e do caminho escolhido. Montamos a estratégia antes de você decidir.
Mapeamos os países onde você atua ou pretende atuar, definimos o melhor caminho — Protocolo de Madri ou país a país — e conduzimos o processo tecnicamente. A decisão em cada país é da autoridade local; a estratégia sólida é nossa.
Compromisso HotMarcas: a decisão em cada país é da autoridade local, mas a estratégia e a condução técnica são nossas. Orientamos onde e como proteger, com transparência sobre prazos, caminhos e o que esperar em cada território.
"Achava que registrar no Brasil bastava para exportar. Quando fui vender lá fora, descobri que a marca já tinha dono no país de destino. A HotMarcas montou a estratégia de proteção internacional e me guiou em cada etapa. Não repito esse erro."
Não. A proteção da marca é territorial: o registro no Brasil vale apenas dentro do país. Para ter proteção em outros países é preciso registrar em cada território de interesse, pelo Protocolo de Madri ou país a país.
É um sistema internacional que permite pedir proteção em vários países a partir de um único pedido, tendo como base o registro ou pedido no Brasil. Avaliamos se ele é o melhor caminho para o seu caso ou se convém registrar país a país. Veja o guia de registro internacional de marca.
Para o Protocolo de Madri, o pedido internacional se apoia no seu registro ou pedido brasileiro. Se você ainda não tem, orientamos a melhor ordem — muitas vezes vale encaminhar as duas frentes de forma coordenada.
Nos onde você já vende ou pretende entrar em breve, e naqueles com maior risco de cópia. Mapeamos o seu negócio e priorizamos os territórios que mais importam para você.
Depende dos países escolhidos e do caminho adotado, já que cada território tem suas próprias regras e taxas. Por isso o valor é orçado caso a caso, depois da estratégia. Peça seu orçamento no WhatsApp.
Conte para onde você vende. Montamos a estratégia internacional em horário comercial.